Através do Método Leal, Vetor usa neurociência para aprovação no vestibular

Para muitas pessoas, o ano só inicia após o Carnaval, no entanto, para aqueles que sonham com a aprovação, a rotina de preparação para os vestibulares e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já iniciou no primeiro mês de 2023. Com a ajuda do Método Leal, alunos do Vetor Centro de Estudos iniciam a rotina de estudos com a ajuda da neurociência.

Motivação, autoeficácia, planejamento estratégico de estudos, gestão do tempo, foco e concentração, revisão e memorização, estratégias de prova, gestão de estresse e ansiedade, produtividade e alta performance são temas que fazem parte do dia a dia dos alunos do cursinho, que é referência quando o assunto é aprovação.

“Neste momento, eles descobrem que existe um jeito melhor de estudar e com base em evidências científicas”, destacou a criadora do método, a professora Fernanda Leal, que esteve em Manaus para falar exclusivamente com os alunos do Vetor.

Inicialmente, os jovens aprendem a diagnosticar a rotina e identificar o nível de produtividade. Por meio de registros diários, seja de quanto tempo estudou até de quantas questões resolveu e em quanto tempo, eles passam a se conhecer e entender como funciona todo o processo.

“Com a ajuda do Método Leal, eles passam a priorizar e definir o que é mais importante na rotina, definem a quantidade de questões que vão resolver e corrigir para terminar o dia com o sentimento de dever cumprido”, explica Fernanda.

Com esse planejamento, é possível dar conta de todo o edital dos processos seletivos. “O nosso objetivo é tornar o aluno especialista no meu próprio método de aprendizagem e qualquer cientista que se preza tem que registrar seu histórico de estudo”, enfatizou a criadora do Método Leal.

Em seguida, os alunos trabalham o hábito de planejamento e depois o de estudos. “Isso tudo vai sendo internalizado com eles durante os próximos dois meses. Depois desse período é que começamos a falar de provas antigas e técnicas de prova”, comentou a professora.

E essa curva de aprendizado vai até o fim do ano, e segundo Fernanda, essa evolução é que permitirá que esses jovens façam a melhor prova de suas vidas.

“Costumo fazer uma analogia com a academia, ninguém começa fazendo uso de todos os aparelhos e levantando 200 quilos. Inicialmente a gente aprende a usar o aparelho e como posicionar a postura corporal, o processo para aprender a estudar não é diferente e com o tempo a gente vai pegando o gosto”, garante Fernanda Leal.

Olívia de Almeida
Olívia de Almeida
Jornalista com 15 anos de experiência, como repórter de jornal impresso e assessoria de imprensa. Fã de rock and roll e apaixonada por gatos.

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